Os homens e os médicos

14 ago

Para explicar todos os equívocos da matéria “Os sete médicos essenciais ao homem com mais de 50 anos” (http://minhavida.uol.com.br/saude/galerias/15478-os-sete-medicos-essenciais-ao-homem-com-mais-de-50-anos) demandaria talvez um livro. Enfim, em suma a matéria consegue de forma tortuosa demonstrar porque não se pode praticar saúde e prevenção pensando em doenças e em especialistas focais. Na verdade esqueceu de muitos médicos como ortopedistas, já que há um quadro endêmico de acidentes de carros e motos. Cada pessoa, dependendo da história pessoal e familiar, dos hábitos de vida e de fatores de risco deve traçar uma estratégia preventiva própria junto ao seu médico de família ou clinico geral. O objetivo da medicina (ou mesmo da urologia) não é fazer a pessoa morrer aos 52 de infarto com a próstata intacta. Ou seja, são conclusões praticamente empíricas e a sociedade começa a se dar conta através de constatações absurdas como a de que para praticar prevenção é necessário 7 médicos que pediriam exames repetidos e sugeririam, provavelmente, medicamentos e condutas conflitantes ou totalmente descoordenadas.

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